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Um único F-22 em 1918 seria “invisível” para um mundo sem radar e rápido demais para qualquer Fokker ou Albatros, mas preso a um problema brutal: combustível acabando, sem JP8, sem manutenção, sem IFF, e ainda assim capaz de transformar dogfights em pânico e destroços

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Na frente ocidental de abril de 1918, biplanos a 185 km/h duelam a jardas, e o Barão Vermelho domina o céu; então surge um F-22 com radar APG-77, Mach 2,25 e oito armas, mas sem GPS, sem IFF, sem JP8 e com 90 minutos de combate no limite do impossível O F-22 cairia em 1918 […]

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