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Bad Bunny é processado em R$ 86 mi por uso de voz em músicas, diz site

O cantor portoriquenho Bad Bunny, 31, está enfrentando um processo milionário avaliado em 16 milhões de dólares (cerca de R$ 86 milhões) por ser acusado de usar a gravação da voz de uma mulher em duas  de suas músicas.

De acordo com informações da Rolling Stone, o processo movido Tainaly Y. Serrano Rivera na segunda (5), obtido pelo revista, a mulher alega que sua voz foi usada na faixa “Solo de Mi”, de 2018, do disco “X100pre” e na canção “EoO”, do disco de sucesso “Debí Tirar Más Fotos”, de 2025. Ela alega na monção de 32 páginas que é a voz por trás do verso “Mira, p*****, no me quiten el perreo”, que pode ser traduzido livremente como “Olha, droga, não me tirem meu rebolado” (perreo é um gíria regional vinda do reggaeton que se referente a um estilo de dança sensual).

Serrano afirma que gravou o trecho a pedido do produtor musical que trabalhou com Bunny, Roberto Rosado (também conhecido como La Paciencia), em 2018, quando ambos estudavam teatro na Universidade Interamericana de Arecibo. Ela diz que gravou a frase sem saber para qual fim seria usada, e que jamais teve um contrato negociado, licença ou uma autorização formal para ser incluída em uma música.

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A mulher afirma que a gravação viria a se tornar um bordão do músico portoriquenho, usada frequentemente em seus shows e até mesmo em produtos licenciados. Por isso, o processo afirma que Bad Bunny lhe deve US$ 16 milhões por violarem seus direitos de privacidade e imagem.

Até o momento, os representantes de Bad Bunny da gravadora independente Rimas, responsável por lançar e gerenciar a carreira do cantor, não responderam a um pedido de comentário sobre o novo processo.

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