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Violência sexual continua como forma de tortura em guerras, diz ex-promotor da ONU para Ruanda

Para Charles Adeogun-Phillips, o feito mais significativo do julgamento do genocídio de Ruanda, há quase 30 anos, foi a definição de estupro como uma “invasão física de natureza sexual em circunstâncias coercitivas”. Ex-promotor do Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR), vinculado à ONU, ele obteve 12 condenações no caso.
Leia mais (02/26/2026 – 06h00)

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